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Movimento espírita português

 

O movimento espírita em terras de Camões tem um vasto historial. Contudo, referimos que é um dos mais fortes e melhor estruturados mundialmente.


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Em viagem por terras gaulesas nos finais do século XIX, alguns portugueses iniciavam a sua participação em congressos espíritas. No seu regresso a Portugal, entusiasmados, relatavam as "boas-novas", iniciando a catalisação do movimento espírita português, ainda, em sua fase embrionária. Desta forma, o Espiritismo em Portugal, a princípio, foi desenvolvido em reuniões familiares. Como Doutrina contagiante, nunca mais parou, e, os grupos multiplicaram-se. Na viragem do século, a figura de Fernando de Lacerda, se destaca; o próprio Chico Xavier, In "Chico e Emmanuel" de Carlos Baccelli diz "... lembro-me de certa mensagem do escritor português Eça de Queiroz, através do médium Fernando de Lacerda, em um dos quatro volumes que ele nos legou com o título 'Do Pais Da Luz´". As suas psicografias impressionaram tudo e todos, com mensagens de célebres escritores portugueses, incluindo Allan Kardec, sendo, um foco de divulgação do ideal espírita. Quanto a jornais e revistas, começaram a proliferar. Havendo inúmeros periódicos, alguns, reportando-se a finais do século XIX. "O Espirita", do Barreiro, a "Revista de Espiritismo", órgão oficial da FEP ou a revista "Luz e Caridade", de Braga. A frescura do movimento de então, nunca mais parou...


I Congresso Nacional

Surgindo o I CONGRESSO NACIONAL, consolidado pela União Espírita Algarvia. Foi esta, que realizou os dois primeiros Congressos Espíritas Regionais em Portugal, desbravando o terreno para o Primeiro Congresso Espírita Português, alma-máter da Federação Espírita Portuguesa, tendo por lema "A união faz a força". Uns anos antes de 1925, a nível nacional, alguns dirigentes de grupos espíritas avançam com a ideia do I Congresso Nacional de Espiritismo, ocorrendo nesse mesmo ano. Realizando-se em Lisboa nos dias 15, 16, 17 e 18 de Maio, uma admirável congregação de esforços, face ás limitações próprias desse inicio de século, resultando uma cintilação inestimável, a que toda a imprensa diária da capital prestou justas homenagens, pela elevação científica e moral que presidiu à discussão das teses apresentadas. Surpreendendo os próprios espíritas que ali afluíram, dispersos e desconhecidos na sua maioria.

 

Altas personalidades da sociedade portuguesa
 

Dr. Leonardo Coimbra.

Dr. Leonardo Coimbra.

Neste evento, houve personalidades distintas. Como presidente de honra do Congresso, o General Viriato Zeferino Passaláqua, Dr. António Joaquim Freire - um impar paladino - médico, escritor e conferencista que, quando percorria o país, foi notícia dos grandes jornais diários. Dr. Afonso Acácio Martins Velho (advogado e escritor, futuro primeiro presidente da FEP). No movimento, deixaram marcas o Dr. António Lobo Vilela, (matemático e escritor), Maria O' Neill (Academia de Ciências), Dra. Amélia Cardia (médica e escritora), Dr. Alberto Zagalo Fernandes (ex-presidente da Associação Académica de Lisboa), Prof. Dr. Adolfo Sena (da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa), conselheiro Dr. João José da Silva (presidente do Supremo Tribunal de Justiça), Pedro Cardia (jornalista) e o Prof. Dr. Leonardo Coimbra (Universidade do Porto) - um símbolo mundial.


O nascimento da Federação Espírita
 

Dr. Afonso Acácio Martins Velho.

Dr. Afonso Acácio Martins Velho.

Desse Congresso nasce o projecto de constituição da Federação Espírita Portuguesa. A imprensa espírita da época imprime: "A Federação impunha-se como uma necessidade imperiosa e inadiável, para uniformizar e intensificar, em bases firmes e seguras, o movimento espiritista português, já muito importante pela qualidade e quantidade dos seus adeptos, não só em Portugal Continental, mas ainda nas Ilhas onde tem elementos de preponderante valor, e ainda nas nossas Colónias, principalmente em Moçambique, contando actualmente mais de uma dezena de jornais e de revistas, em geral, bem redigidos e orientados." Um outro periódico - A "Revista de Espiritismo" (pág. 189) refere: "o 1º. Congresso Espírita Português, realizado em Lisboa de 15 a 18 de Maio de 1925, que iniciou uma nova fase, intensa e brilhante, do movimento espiritista em Portugal. Desse congresso saiu uma comissão, presidida pelo Dr. António J. Freire, para elaborar os estatutos e constituir a Federação Espírita Portuguesa, como organismo indispensável à unificação e orientação da propaganda." Apesar das dificuldades encontradas, aprovaram-se os estatutos da FEP. Sendo admitida como órgão oficial em 26 de Maio de 1926.
A respectiva sessão solene ocorreu em 31 do mesmo mês. A orientação da FEP visaria a "organização, propaganda e confraternização". Intensificaram a divulgação para combater os charlatães que usurpavam o uso da palavra espiritismo, fazendo disso modo de subsistência.


Primeiros Corpos Sociais da FEP (1926-1929)

Assembleia Geral
General Júlio César Barata Feyo - Presidente
Capitão-Tenente José Freire Graínha - Vice-presidente
Silva Costa - 1.º Secretário
José Maria Pereira Bravo - 2.º Secretário


Direcção
Dr. Afonso Acácio Martins Velho - Presidente
Alberto Zagalo Fernandes - Secretário Geral
Dr. António Joaquim Freire - 1.º Vice-presidente
Dr. António E. Lobo Vilela - 2.º Vice-Presidente
D. Dinah Santos Lima - 1.º Secretária
Fernando Almiro Nogueira Vale - 2.º Secretário
Joaquim Loureiro Júnior - Vogal
João José Alves -Vogal
Virgílo Fonseca - Vogal


Conselho Fiscal
Capitão José Bernardo Pinto da Silva - Presidente
Adelino Alves Ferreira - relator
António Joaquim Correia - Secretário
Dr. Mário Machado - Vogal
Vitor Carvalho da Silva - Vogal
Emílio Palet - Vogal


Junta Consultiva
Dr.ª Amélia Cardia
Dr.ª Maria O'Neill
D. Madalena Frondoni Lacombe
Condessa de Avilez
D. Maria Madre de Deus Leite Denis
Dr. Adolfo Sena
Conselheiro Dr. João José da Silva
Dr. José Magalhães e Menezes
Capitão-e-Mar-e-Guerra Amaro de Azevedo Gomes
Coronel A. A. Guedes Vaz
Capitão-e-Mar-e-Guerra Júlio Milheiro
Dr.º João Antunes
Dr. José Bivar de Paula Robertes
Capitão-de-Fragata Fernando Augusto Pereira da Silva (ex-ministro)
Eng.º Ângelo Sárrea de Sousa Prado
Dr. José António Salvado da Mota
Capitão-e-Mar-e-Guerra Albano Morais de Carvalho
Nuno Infante da Câmara
Dr. António Francisco Dias
Dr. João Catanho de Meneses
General Arnaldo Costa Cabral de Quadros
Dr. José J. Baptista Júnior
Coronel Luís Pinto da Ascensão Moreira
Dr. Carneiro de Moura
Capitão-de-Fragata Severiano A. Ivens Ferraz
Prof. Eurico Humberto Tavares Moreira
Coronel Honorato Lúcio de Morais
Vasco Infante da Câmara
Dr. António Esteves Rodrigues
Comandante Pedro Ferreira Dias de Sousa
Joaquim Jacobetty Rosa
Solicitador Albano Couto Martins
Joaquim Marques Quintela Paixão
Dr. Acúrsio de Campos
Engenheiro-Agrónomo José A. Manique de Albuquerque
Comandante Afonso Vieira Dioníso
Prof. Horácio Inglês Tavares
Dr. Jacinto Henriques
Pedro Cardia
Major Artur Sangreman Henriques
José Neves
Imediato Pedro Carreira Dias de Sousa
Dr. Gilberto Cardoso Pereira
Ramiro Guedes de Campos
António Júlio Castro Fernandes (Presidente Assoc. Académica de Lisboa)
Carlos dos Santos Paiva
Honoré Marques da Cunha
Eduardo Franco Ferreira ( Ex-Presidente Assoc. Académica de Lisboa)
Mário dos Santos Laurete Duarte


 

Sede da FEP na Rua da Palma, em Lisboa de 1934.

Sede da FEP na Rua da Palma, em Lisboa de 1934.

Salazar e a PIDE perseguem os espíritas

O ditador António Oliveira Salazar manda confiscar todo o património dos espíritas e suspende a personalidade jurídica da FEP. Citamos apenas dois edifícios: o da Federação, na Rua da Palma, 251/263; e o da Sociedade Portuense de Estudos Psíquicos, na Rua Alvares Cabral, 22/26, no Porto. Interditado o direito de reunião e de associação, duas revistas ligam os espíritas dispersos: a revista "Estudos Psíquicos" (Isidoro Duarte Santos, tenente da Marinha) e a "Revista Fraternidade" (dirigida por Eduardo Matos, a mesma que ainda existe). A Censura fascista limita. A geração do I Congresso já desaparecera, sem se renovar.


O dia da libertação fascista

Com a liberdade restaurada, em 25 de Abril de 1974, digna de registo por toda a imprensa mundial, sem sangue derramado, os espíritas, recomeçam da estaca zero. Reagrupam a FEP, reorganizam-se associativamente. As duas revistas citadas têm um excelente papel nesse sentido, em particular a "Fraternidade" que se publica desde 1964 atravessando os caminhos tumultuosos da ditadura, mantendo a chama da esperança, dos espíritas.

Sede confiscada pelo governo de Salazar à Sociedade de Investigações Psíquicas, na Rua Pedro Álvares Cabral, nº22-26, na cidade do Porto.

Sede confiscada pelo governo de Salazar à Sociedade de Investigações Psíquicas, na Rua Pedro Álvares Cabral, nº22-26, na cidade do Porto.

Visitam Portugal, do Brasil, Divaldo Franco (este visitando à mais de 30 anos e no período ditatorial que o tão bem conhece, já que teve que andar escondido no meio da mata), Irineu Gasparetto, Ariston S. Teles, Newton Boechat, Henrique Rodrigues, Jorge Rizzini, Joaquim Alves (Jô), entre tantos outros nesses tempos novos, com o seu estímulo então tão precioso.

Brota em 1983 o "Jornal Espírita", em Viseu, pela União Espírita Cristã - o periódico mensal de maior tiragem da Europa - difundido por toda comunidade lusófona.

O Centro Espírita Perdão e Caridade, de Lisboa, começa a editar alguns dos livros de Allan Kardec. Os Encontros Nacionais de Jovens Espíritas, desde 1985, no Porto, avançam, de início ao ritmo de dois por ano, sem pararem até hoje, quando já mudou a geração, e nós, que o digamos. A "Revista de Espiritismo" alcança a tipografia perdida durante a ditadura fascista. Em 8, 9 e 10 de Novembro de 1994 ocorre, promovido pela FEP, o II Congresso Nacional de Espiritismo, um enorme êxito, dentro e fora do movimento espírita.


A sede própria

Em 30 de Abril de 1995 a FEP consegue finalmente uma sede própria, maior do que alguma vez sonharam os seus dirigentes, com 400 m2, possibilitando à FEP ser mais federação, isto é, desenvolveu actividades que vocacionalmente e estatutariamente lhe pertencem, como, por exemplo, a promoção regular de conferencias, exposições, seminários, etc., com a participação activa das instituições federadas; isso fomentou o desejável intercâmbio e união destas entre si e com o seu organismo nacional - a federação, potenciando mais e melhor o incremento e divulgação da Doutrina Espírita. Embora o excelente espaço físico da sede própria apareça como um "prémio" para todo o movimento espírita, na verdade, ela é um acrescido compromisso de responsabilidade. A sede não é um fim, mas um meio e principalmente um recurso de trabalho.


Espíritas em Portugal

A nível nacional, há um órgão coordenador - a Federação Espírita Portuguesa. Esta instituição tem mais de 50 associações. Embora haja mais algumas em fase de associatividade. No continente, a nível regional, temos (de sul para norte) a região Algarvia, o Alentejo, Grande Lisboa, região Centro, Grande Porto e Nordeste Transmontano. Nas ilhas, temos também nas regiões autónomas da Madeira e Açores. Começando pelo Algarve, esta região há umas duas décadas que possui uma associação interassociativa regional: a União Espírita do Algarve. O Alentejo é a área portuguesa mais desertificada, inclusive a nível espírita. Contudo, a situação parece estar a reagir: registam-se já vários grupos que se reúnem e a FEP está incentivando-os. Na Grande Lisboa há bastantes associações, possuindo uma boa tradição de trabalho.

A região Centro resume-se a 8 a 9 associações distantes entre si: Viseu, Paião, Leiria, Ilhavo, Figueira da Foz, Aveiro, Águeda e pouco mais. A Area Metropolitana do Porto é o mais denso, em termos associativos e de espíritas, estando actualmente a trabalhar, na constituição da tão esperada União Espírita do Douro Litoral. No Nordeste, regista 4 associações: Chaves, Bragança, Macedo de Cavaleiros e Mirandela. Na Madeira existe uma no Funchal, e nos Açores outra em Ponta Delgada. Lembrando que a Associação Espiritualista de Viseu, tem a maior instalação da Europa, com capacidade para cerca de 1000 lugares sentados. Além de outras no Grande Porto, sendo as maiores de toda a Europa, como a do Núcleo Espírita Cristão, Comunhão Espírita Cristã de Rio Tinto, etc... Quando falamos de instituições estamos falando mesmo de organizações estruturadas, e não de pequenos grupos familiares com meia dúzia de pessoas, que se reúnem uma vez ou duas por semana.


O papel da FEP

A FEP tem uma postura consultiva, de aconselhamento e de propor actividades, uma vez preenchidos os requisitos legais e doutrinários para adesão. Sua grande aposta é transmitir, que cada um deve estudar por si próprio, para saber distinguir entre "olhar" e bajular as pessoas duma associação espírita ou colaborar na causa do AMOR, propalada pelo codificador. Amor e conhecimento são as características da mensagem espírita. O centro espírita é a célula-base do movimento. Allan Kardec é a bússola indispensável em matéria de actividade espírita. Destacando-se anualmente o seu Conselho Federativo Nacional, que terá lugar em Dezembro, onde se debatem temas de interesse para o movimento, e de onde saem resoluções sem caracter de obrigatoriedade para as questões ali debatidas. Nesse trabalho, há colóquios que são levados às regiões, com base didáctica em transparências e em dinâmica de grupos. Pelo menos, foi o que aconteceu até finais de 1998.


Seus departamentos

Em Abril de 1998, o Conselho Directivo da Federação, deliberou criar novos departamentos para várias áreas, como sejam a de pesquisa (histórica e fenomenológica), a de apoio às regiões, a de comunicação (Imprensa, vídeo, Internet, etc.) e a doutrinária. À muito que se verificava ser impraticável os cinco elementos que constituem, por representação associativa, a Direcção da FEP serem materialmente incapazes de trabalhar essas áreas todas com a atenção e o cuidado que elas exigem. Juntaram-se ao Departamento Infanto-Juvenil e restantes; o Departamento de Apoio às Regiões, compete desenvolver trabalho, em consonância com o Conselho Directivo da FEP, com vista a apoiar a criação devidamente estruturada de grupos no interior do País e tecer estratégias para a manutenção dos que já existam, sobretudo os de pequena dimensão física.

O Departamento de Comunicação subdivide-se em Gabinete de Imprensa, Gabinete de Vídeo, Gabinete de Relacionamento com a Comunicação Social, Gabinete de Internet. Compete-lhes atender a uma divulgação digna e eficiente da doutrina, cada um na sua especificidade. Por sua vez, o Departamento Doutrinário tem por finalidade desenvolver o trabalho federativo com vista a apoiar o surgimento devidamente estruturado de grupos/associações espíritas e tecer estratégias de reciclagem doutrinária e correcção de práticas, bem como elaborar e dar sequência a colóquios regionais inseridos na Campanha Anual. O Departamento de Pesquisa da História do Movimento deve desenvolver investigações, com vista a elaborar textos elucidativos sobre o rico passado da história do movimento espírita português. O Departamento de Estudos Fenomenológicos pesquisará e recolherá dados relativos a casos interessantes. Tem por finalidade estruturar e desenvolver investigações, com vista a elaborar monografias ou pelo menos relatórios de pesquisa. Também deve juntar dados complementares à doutrina extraíveis de investigações enquadradas dentro da ciência oficial, e que possam ser úteis às explanações doutrinárias.


Espiritismo na sociedade

Numa das revistas sociais de maior importância em Portugal e de maior tiragem, difundida pelos quatros cantos do planeta lusófono, veio a publico mais uma entrevista como tema de destaque - "Viagem ao Mundo dos Espíritos" - sobre o transe mediúnico. Equipa de médicos e psicólogos estudaram, no movimento agregado em torno da FEP até finais de 1998, o transe mediúnico, que já deixou de ser visto como uma doença, mas como uma pratica cultural normal. Hoje, cientistas portugueses investigam esses fenómenos, muitos deles lhe sendo facultado Bolsas, por grupos farmacêuticos, quer pelas universidades e até pelo estado português; como foi no caso do governo de Cavaco Silva, em que dois psiquiatras, estiveram envolvidos num estudo sobre a reencarnação, com o apoio da FEP.

A "SIC", ainda há bem pouco tempo fez uma entrevista na "Comunhão Espírita Cristã", Rio Tinto - Porto. Num dos seus programas de maior audiência, a seguir ás telenovelas brasileiras, "O Programa do Além" realizado e apresentado por uma grande mulher da comunicação social portuguesa - Teresa Guilherme, foram entrevistados vários espíritas. No Programa "Fátima Lopes", teve como edição "Sou Espírita", onde esteve representado somente espíritas, esclarecendo o que é o Espiritismo, bem como relatos de experiências pessoais. A "TVI" bem como a "RTP" transmitem em seus programas, temas espiritas.
Desde Bragança a Sagres, é radiodifundido e televisionado, chegando mesmo a todos os países lusófonos e também ás comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, e alguns deles, com tradução para a sua língua oficial.
O Espiritismo em Portugal adquiriu o seu estatuto próprio de seriedade, cultural e filantrópico. Valorosos espíritas por todo o território nacional levam à sociedade civil os verdadeiros valores que a doutrina oferece, tendo por bússola Allan Kardec, pois, espiritismo sem Kardec, pode ser tudo, menos espiritismo...

 

Texto oferecido pelo autor, que é membro da AME Porto,

e publicado no "Jornal Espírita da Federação Espírita do Estado de São Paulo”

 

 
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