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O médico responde

DOAÇÃO DE ORGÃOS
Estimado senhor Dr. Ricardo Di Bernardi pode falar a respeito de doação de órgãos, sabendo-se que o desligamento total do espírito pode às vezes ocorrer até 24 horas e que, para a medicina, o tempo é muito importante para a eficácia dos transplantes?
José Almeida e Costa, Guarda, Portugal
A situação é extremamente variável, depende de cada espírito. Não há como responder, para todos, acontece isto ou aquilo. Pode suceder que, em doadores involuntários ou compulsórios, isto é quando a família, ou uma autoridade decidiu a doação por eles, que se sintam desequilibrados emocionalmente no plano astral. Suicidas, por exemplo, por possuírem um manancial muito volumoso de energia vital (fluido vital) tem, frequentemente, seu corpo perispiritual ligado ao corpo biológico por muito tempo, devido a quantidade desta energia vital destinada a manter uma longa vida pela frente, que tem automaticamente a função de fixar o corpo físico ao corpo espiritual. Em função deste fenómeno, podem (alguns, não todos) sentir dores ou choques vibratórios decorrentes da cirurgia. Em doadores voluntários, que o fazem por amor ao próximo, espírito de solidariedade, há uma modificação energética na frequência e no comprimento onda que irradiam. Esta mudança de comportamento energético atrai, por sintonia, a presença de instrutores e médicos do plano astral que auxiliam o doador. Via de regra, a doação é um ato luminoso, que determina uma reação benéfica. Há no entanto um jogo de forças no processo. A energia do receptor, do órgão em si, do próprio doador, da família do doador e da família do receptor, o campo energético das empresas que manipulam o órgão, o padrão vibracional da equipe médica, e toda a atuação dos obsessores e protetores de cada grupo destes... Em síntese o que determina as consequências é a intenção e o amor.
Abraço fraterno.
Dr. Ricardo di Bernardi
Texto publicado no "Jornal de Espiritismo" na coluna "Medicina e Espiritualidade", em parceria com AME Porto.

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